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Narrativas poderosas descrevem as nações latino-americanas como fundamentalmente mestiças. Essas narrativas dificultaram o reconhecimento do racismo na região, mas as recentes viradas multiculturalistas aumentaram o reconhecimento das culturas e das identidades negras e indígenas. O multiculturalismo pode focar em questões de identidade e visibilidade e abordar formas despreocupadas de racismo, mas também pode desviar a atenção do racismo estrutural e da desigualdade racializada e, assim, restringir iniciativas antirracistas mais amplas. Além disso, múltiplos entendimentos de como o racismo e…mehr

Produktbeschreibung
Narrativas poderosas descrevem as nações latino-americanas como fundamentalmente mestiças. Essas narrativas dificultaram o reconhecimento do racismo na região, mas as recentes viradas multiculturalistas aumentaram o reconhecimento das culturas e das identidades negras e indígenas. O multiculturalismo pode focar em questões de identidade e visibilidade e abordar formas despreocupadas de racismo, mas também pode desviar a atenção do racismo estrutural e da desigualdade racializada e, assim, restringir iniciativas antirracistas mais amplas. Além disso, múltiplos entendimentos de como o racismo e o antirracismo se inserem em projetos de transformação social tornam o racismo uma questão complexa e multifacetada. Os sete ensaios de Contra o racismo investigam atores no Brasil, Colômbia, Equador e México que vão além da política de reconhecimento para abordar desigualdades estruturais e construir um terreno comum com outros grupos marginalizados. As organizações deste estudo defendem uma abordagem de transformação estrutural social que promova alianças, seja inclusiva e inspirada por uma imaginação radical.
Autorenporträt
Mónica G. Moreno Figueroa é professora associada no Departamento de Sociologia da Universidade de Cambridge e professora de Ciências Sociais no Downing College, Cambridge.