
O autointitulado Movimento Social Antiproibicionista Brasileiro
e o surgimento da Articulação Nacional de Marchas da Maconha no Contexto da Pandemia COVID-19
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Este livro explora o impacto da pandemia do Covid-19 no movimento social antiproibicionista do Brasil, analisando como o período de isolamento social impulsionou a integração mais profunda do movimento no mundo tecnológico e suas ferramentas de comunicação, particularmente através da internet. Utilizando a Sociologia das Associações de Bruno Latour (2012), a pesquisa aborda a complexidade dialógica entre humanos e não-humanos, destacando a emergência e o fortalecimento da Articulação Nacional de Marchas da Maconha, um grupo vinculado ao Movimento Social Antiproibicionista no paí...
Este livro explora o impacto da pandemia do Covid-19 no movimento social antiproibicionista do Brasil, analisando como o período de isolamento social impulsionou a integração mais profunda do movimento no mundo tecnológico e suas ferramentas de comunicação, particularmente através da internet. Utilizando a Sociologia das Associações de Bruno Latour (2012), a pesquisa aborda a complexidade dialógica entre humanos e não-humanos, destacando a emergência e o fortalecimento da Articulação Nacional de Marchas da Maconha, um grupo vinculado ao Movimento Social Antiproibicionista no país. Os resultados indicam que a pandemia não apenas remodelou as interações e operações dos movimentos sociais, mas também acelerou a adoção de tecnologias virtuais dentro do ativismo antiproibicionista, provocando um impacto significativo na realidade social e na militância da causa antiproibicionista brasileira.