Objetivou-se com este trabalho avaliar o crescimento, a fisiologia, a produção e a qualidade de pós-colheita de frutos da goiabeira cv. Paluma sob estrese salino e aplicação foliar de ácido salicílico. O experimento foi conduzido sob condições de casa de vegetação, no delineamento experimental de blocos casualizados, em esquema fatorial 2 × 4, sendo dois níveis de condutividade elétrica da água de irrigação - CEa (0,6 e 3,2 dS m-1) e quatro concentrações de ácido salicílico (0; 1,2; 2,4 e 3,6 mM), com três repetições. A irrigação com água de 3,2 dS m-1 promoveu reduções nas trocas gasosas, nos teores de clorofila a e b, no teor relativo de água, e aumentou o extravasamento de eletrólitos no limbo foliar das plantas de goiabeira, aos 150 dias após o transplantio. Água com condutividade elétrica de 3,2 dS m-1 reduziu o diâmetro do porta-enxerto e do enxerto, o diâmetro de copa, o volume de copa, e o índice de vigor vegetativo, como também as trocas gasosas e os componentes de produção. A aplicação de ácido salicílico com concentrações variando-se de 0 a 3,6 mM não mitigou os efeitos do estresse salino em plantas de goiabeira cv. Paluma, aos 390 dias após o transplantio.