Em o Azul também se revolta, Paulo Gustavo, citando o poeta José Mário Rodrigues: "toma o último vagão do trem da geração de 65" e constrói uma metáfora de várias matérias exploradas através do tempo que devora e é devorado pelas coisas, pelos homens, pela natureza, pelo belo. Em um conjunto de poemas que traçam uma metáfora do que é a nossa existência e o nosso existir na terra, nos conduzindo aos espantos que a vida lhe proporcionou em versos que mesclam um eu lírico passivo diante do tempo e um eu lírico ativo diante daquilo que se vê, toca, ouve e sente. Contudo, ao lado do revolto azul, existe a renovação, o azul que permite se renovar, como as gerações dos poetas, as palavras e os sonhos. Criando um misto de revolta e renovação que surpreende o leitor em cada sílaba poética construída, criando um novo universo.
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