O processo de modernização da economia brasileira criou estruturas de produção que são altamente diferenciadas entre si, principalmente no que concerne á absorção da tecnologia.Este fenômeno, típico de economias periféricas, agravou-se ainda mais, em particular, com o novo padrão de desenvolvimento adotado a partir dos anos 1990, que tem como principais balizadores a liberalização da economia, as privatizações e desregulamentação e a abertura da conta de capitais e mercadorias. Nesse sentido, busca-se, a partir do referencial teórico da heterogeneidade estrutural, compreender como esse fenômeno se manifesta em uma economia periférica como a do estado de Goiás. É importante ressaltar, de início, que Goiás não é um caso único da problemática da heterogeneidade, mas sim específico e, por isto, importante de ser estudado, posto que é fruto deste estilo de desenvolvimento que modernizou a economia, mas não teve forças suficientes para garantir a melhoria das condições de vida da população.
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