
Correlação entre a microestrutura e o escoamento plástico em aços
Correlação entre a microestrutura e o escoamento plástico do Aço Inoxidável Duplex DIN W. NR. 1.4462
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No presente trabalho, o aço inoxidável duplex DIN W. Nr. 1.4462, foi submetido a testes de torção a quente com taxas de deformação de 0,3; 0,5; 1; 3 e 5 s ¹ a temperaturas de 1000 e 1150°C. As mudanças microestruturais produzidas como conseqüência das distintas condições de testes, foram analisadas por meios de microscópios óticos e eletrônicos. As características das curvas de escoamento plástico são interpretadas em termos dos parâmetros de fluxo localizado como um mecanismo de acomodação da deformação durante a torção a quente. Como resultado obteve-se, inicialment...
No presente trabalho, o aço inoxidável duplex DIN W. Nr. 1.4462, foi submetido a testes de torção a quente com taxas de deformação de 0,3; 0,5; 1; 3 e 5 s ¹ a temperaturas de 1000 e 1150°C. As mudanças microestruturais produzidas como conseqüência das distintas condições de testes, foram analisadas por meios de microscópios óticos e eletrônicos. As características das curvas de escoamento plástico são interpretadas em termos dos parâmetros de fluxo localizado como um mecanismo de acomodação da deformação durante a torção a quente. Como resultado obteve-se, inicialmente, dois tipos de microestruturas onde as partículas de austenita aparecem percolando a matriz ferritica no caso do aço laminado a frio e de forma dispersa no caso do aço tratado termicamente a 1250°C por uma hora. Cada um desses tipos de microestrutura apresentou curvas de escoamento plástico e comportamento microestrutural característicos onde ficou evidenciado a ocorrência do fenômeno de fluxo localizado em ambos os casos, somente para as taxas de deformação abaixo de 1 s ¹.